Jesus e os discípulos


Em Mateus 4.23, a palavra nos diz: “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.”

O aspecto de ensino a um público é apenas uma das formas de ensino usadas por Jesus. Esta forma de instruir traz resultados, mas não é completa. Jesus era também um professor, mas investiu mais no discipulado. Uma grande perda é nos prendermos exclusivamente ao ensino de sala de aula. Basicamente só existem professores em nossas igrejas. Precisamos desesperadamente de discipuladores.

Finalmente, no final do Evangelho de Mateus, fechando seu ministério, Jesus orienta a Igreja a ir e fazer discípulos, ensinando-os a guardar a Palavra. Ele não disse: “ensine-os a entender”, mas ENSINE-OS A GUARDAR. O ensino de púlpito atinge tanto a multidão quanto o seguidor ocasional, mas não faz discípulos. Jesus não tinha o pensamento de que o ensino impessoal praticado nas sinagogas formaria alguém. O que levou vidas a serem semelhantes a Ele foi um vínculo sólido e profundo de discipulado.

O nível de ensino que precisamos praticar é o “ensinar a guardar” e só se atinge este nível de ensino com profundo compromisso de relacionamento, onde eu posso ver a realidade de vida do meu discipulador e entrar naquela realidade.

Precisamos entender com clareza isto: discipulado são vínculos formados em Deus, vínculos que implicam em decisão, custos a serem pagos e um objetivo a ser cumprido.

Pr. Ezequiel

Anterior Site especial celebra os 150 anos de metodismo permanente no Brasil
Próximo Conheça a história do metodismo no Brasil

No Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *